Turismo de Negócios de BH

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Turismo de Negócios e Eventos - Belo Horizonte

ESTRANGEIROS SÃO SÓ ELOGIOS À INFRAESTRUTURA, HOSPITALIDADE E CLIMA FAVORÁVEL EM MINAS

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Se no Rio de Janeiro as reclamações são muitas, as delegações que escolheram cidades mineiras como base não têm tido do que reclamar.

Hospitalidade dos moradores, clima ameno e as boas condições para treinos são os pontos destacados pelos estrangeiros. Dentro dos centros de treinamento, estrutura de qualidade igual à dos espaços de competição olímpicos. Fora, um clima considerado amistoso, inclusive com temperatura próxima à que será vivenciada na capital fluminense.

Os 58 atletas britânicos que já estão em Belo Horizonte para se aclimatar fizeram o dever de casa cinco anos atrás, ao selecionar as instalações do Minas Tênis Clube e do Centro de Treinamento Esportivo (CTE) da UFMG como quartéis-generais. Agora, dispõem de estrutura que tem sido muito elogiada. Ao todo, 190 atletas de 17 modalidades passarão por BH.

“Trouxemos equipamentos de academia de primeira qualidade do nosso país e outros instrumentos de competição que serão exatamente aos usados nos Jogos. Tudo isso será doado para os espaços que nos receberam tão bem, como forma de legado”, disse o chefe da delegação britânica, Paul Ford.

Ao ser perguntado sobre como os atletas estão se sentindo na capital mineira (já que por enquanto os competidores estão orientados a não conceder entrevistas para não atrapalhar os treinos), o britânico faz um comparativo com sua própria experiência, uma vez que desde que BH foi escolhida ele já veio 18 vezes para a cidade. “Adoro vir aqui. Já me sinto um belo-horizontino. Nossos atletas encontraram foco e condições de treino, mas também receptividade dessas pessoas maravilhosas que fazem nossa estada muito mais fácil”, afirma Ford. “A única diferença dos atletas para mim é que eu posso comer pão de queijo e eles, por causa da dieta específica, só vão comer alimentos trazidos da Europa”, completa, aos risos.

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GOVERNO DE MINAS ANUNCIA NOVAS ROTAS DE VOOS PARA O INTERIOR

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Doze municípios de Minas contarão, a partir de agosto, com voos diretos para o aeroporto da Pampulha, em aeronaves de baixo custo fretadas para transporte de passageiros e cargas.

A partir da segunda quinzena de agosto, 12 municípios de Minas Gerais terão voos diretos para Belo Horizonte. O Projeto de Integração Regional de Minas Gerais Modal Aéreo (Pirma) do governo do estado escolheu Curvelo, Diamantina, Divinópolis, Juiz de Fora, Muriaé, Patos de Minas, Ponte Nova, São João del-Rei, Teófilo Otoni, Ubá, Varginha e Viçosa para integrar a primeira fase da iniciativa. Ao todo, serão 60 voos semanais dessas cidades até o aeroporto da Pampulha, na capital.

O governo de Minas vai assumir o custo operacional da operação para viabilizar a medida. De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), que, com a Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop), é responsável pela implementação do projeto, uma pesquisa de mercado verificou a aceitação do emprego de aviões monomotores de baixo custo operacional – Cessna Grand Caravan 208 B – para ofertar o serviço de transporte de passageiros e de carga. Foram ouvidas 2.100 pessoas em 31 municípios.

A escolha das cidades foi feita seguindo o critério de municípios que apresentavam demanda, mas que não tinham rotas operadas pela aviação regular. Outro requisito observado foi a capacidade financeira da população em função do valor das tarifas. As passagens serão vendidas via site (www.voeminasgerais.com.br) e por aplicativos para tablets e smartphones. Cada voo cobrirá em média 200km e custará em R$ 300 por passageiro, em média.

 

Juiz de Fora, na Zona da Mata, é a cidade que terá o maior número de voos semanais. Serão 11 partidas sentido BH e o mesmo número de chegadas de voos da capital por semana. Divinópolis, São João del-Rei e Curvelo também terão voos todos os dias. Diamantina terá três voos semanais, enquanto Ponte Nova, Ubá e Muriaé terão apenas dois. A operação ocorre somente em dias úteis para todas as cidades.

 

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EM OBRAS, CONFINS SOBE NA SATISFAÇÃO DOS PASSAGEIROS

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O aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ficou na oitava posição no ranking de satisfação dos usuários dos terminais aéreos divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério dos Transportes. Confins recebeu nota 4,20 – sendo cinco a máxima -, e ficou empatado com o aeroporto de Natal, no Rio Grande do Norte. 

No ano passado, a nota de Confins, que é administrado pela BH Airport, nesse mesmo levantamento foi de 4,05. A comparação entre elas mostra evolução de 3,08% de 2015 para 2016. Foram avaliados 37 itens pelos passageiros. Dentre eles, está a cordialidade dos funcionários, sinalização, limpeza, conforto térmico e acústico, disponibilidade de cadeiras e caixas eletrônicos etc. 

O pior desempenho de Confins foi registrado no item que avaliou a relação custo-benefício dos produtos de lanchonete e restaurante. No quesito, o terminal recebeu nota 2,70. O custo-benefício de produtos comerciais também recebeu baixa pontuação: 3,13. Já a cordialidade dos funcionários do terminal foi bem reparada e teve 4,36 de nota. 

A maior nota foi dada ao aeroporto de Curitiba, no Paraná, com 4,64. O segundo colocado foi o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que recebeu nota de 4,44. Na sequência, ficaram Guarulhos (4,40), Recife (4,36) e Campinas (4,34). Ao todo, 13.452 foram entrevistadas no último trimestre. 

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PAMPULHA, PATRIMÔNIO MUNDIAL

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Apesar dos momentos delicados de instabilidade política e securitária pelos quais passou a Turquia, o Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco conseguiu concluir sua reunião em Istambul no último domingo (17). Na ocasião, tomou a decisão histórica de inscrever o Conjunto Moderno da Pampulha, em Belo Horizonte, na Lista do Patrimônio Mundial. Com a medida, o Brasil passa a ter 20 bens protegidos pela Unesco, 13 culturais e sete naturais, distribuídos por todo o país.O conjunto foi idealizado no início dos anos 1940 por Juscelino Kubitschek, então prefeito da capital mineira. Projetadas por Oscar Niemeyer, as construções de estilo modernista em torno da lagoa da Pampulha tornaram-se referência e influenciaram toda a arquitetura brasileira, constituindo a primeira parceria de sucesso entre o arquiteto carioca e o político mineiro.

O entusiasmo e os desafios vivenciados na concepção da Pampulha serviram de laboratório para a construção de Brasília, anos depois.

Cartão postal de Belo Horizonte, o conjunto é formado pela Igreja de São Francisco de Assis, ou Igrejinha da Pampulha, o antigo cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (hoje Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design) e o Iate Tênis Clube, importantes equipamentos de cultura e lazer para a população.

O projeto conta com jardins de Roberto Burle Marx, pinturas de Candido Portinari, azulejos de Paulo Werneck e esculturas de Alfredo Ceschiatti e José Pedrosa.

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GOOGLE QUER SER “CONSELHEIRO” DO MERCADO DE TURISMO

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O Google parece estar cada vez mais interessado no potencial mercadológico do Turismo. Movimentações da companhia indicam que ela estaria em busca de ocupar um papel central na forma como o mercado de viagens é comercializado e consumido na internet. Para isso, a empresa estaria disposta a dialogar com o trade dos Estados Unidos, incialmente.

De acordo com o portal de notícias Tnooz, no início de junho o Google criou um “Conselho da indústria do Turismo”, reunindo em São Francisco representantes de rede de hotéis (Marriott e Hilton), OTAs e outros intermediários (Expedia, Airbnb, Rome2Rio e Tripadvisor), bureaus (Visit Florida), associações (GBTA), agências de investimento (Thayer Ventures), empresas de tecnologia (Concur e Travel Click) e consultores (McKinsey). Os vice-presidentes de compras, Jon Alferness, e viagens, Oliver Heckmann, estariam por trás da iniciativa.

A informação é de que a criação do conselho seria uma tentativa do Google de esfriar os ânimos dos grandes players do segmento, que se viram ameaçados com o posicionamento mais atuante da gigante da internet, extrapolando seu papel inicial de simples provedora de resultados em pesquisas – o que tem causado perdas financeiras para algumas empresas.

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