Turismo de Negócios de BH

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Turismo de Negócios e Eventos - Belo Horizonte

CARNAVAL EM BH DEVE INJETAR R$ 335 MILHÕES NO COMÉRCIO DA CIDADE.

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A estimativa é feita pela Belotur que espera a presença de 2,4 milhões de foliões durante os duas de folia capital.

A nova realidade carnavalesca de Belo Horizonte deve render à capital receita turística em torno de R$ 335 milhões. A estimativa é da prefeitura que espera que cerca de 2,4 milhões de foliões curtam a festa de momo na cidade. Sendo que 500 mil devem ser o público de fora. Para isso estão sendo investido R$ 1,7 milhão a mais que em 2016, quando foi feito o aporte de R$ 3,3 bilhões. Esse montante de R$ 5 milhões é a soma dos recursos da iniciativa privada e do setor público.

Levantamento feito pela Fecomércio, em parceria com a Belotur e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel) mostra que 73,8% dos comerciantes estão com expectativa de que o movimento este ano será maior que o observado em 2016, por exemplo.

A rede hoteleira da cidade também está com sorriso estampado. Isso porque a taxa média de ocupação para o período é de 40% de ocupação. Mas os estabelecimentos que estão mais próximos ao Centro da cidade, ou que ficam na rota dos blocos tem atingido até 70% de reservas.

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EMPRESÁRIOS ESTÃO OTIMISTAS SOBRE O CARNAVAL, DIZ FECOMÉRCIO

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O crescimento do Carnaval de Belo Horizonte está sendo recebido com otimismo pelos empresários de Belo Horizonte. Segundo a Fecomércio, 73,8% do empresariado acredita que o período será positivo para as cadeias de comércio, serviços e turismo.

No caso específico do comércio varejista, 59,1% esperam crescimento no volume de vendas na comparação com o ano passado. Para o segmento de bares e restaurantes, o percentual de empresas que projetam expansão do faturamento é ainda maior: 69%. As estimativas compõem um levantamento elaborado pela área de Estudos Econômicos e o Núcleo de Turismo da Fecomércio MG, em parceria com a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel MG).

Irá aumentar o número de empresas em funcionamento durante a folia, de acordo com o estudo. Entre os varejistas, esse percentual passou de 38,6%, em 2016, para 42,6%, em 2017. No caso dos bares e restaurantes, 76,7% dos entrevistados manterão o atendimento ao público, contra 68,6% anteriormente. As principais ações programadas para incrementar as vendas são diversidade do mix de produtos (12,7%) e atendimento diferenciado (12,7%), além do destaque para a vitrine (10%).

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A VEZ DO TURISMO DE NEGÓCIOS E EVENTOS

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O turismo de negócios e eventos é o terceiro principal motivo da vinda de turistas estrangeiros para o Brasil e é um apoio indispensável para a economia do setor. De acordo com dados oficiais, em 2015, a modalidade movimentou mais de R$13 bilhões no país e cresceu 400% de 2005 a 2015.

Todo esse boom de realização e promoção de eventos e negócios tem razão de ser: há inúmeros benefícios à indústria por trás desse ramo. Combate à sazonalidade, atração de novos públicos, aproximação com o trade turístico são alguns exemplos. A geração de novas receitas também é também um dos resultados, já que o turista de negócios tem o gasto médio 3 vezes maior que o turista de lazer (mais de US$ 300/dia), de acordo com dados do MTur em 2015. É um impulso a mais para a economia e capitalização do potencial turístico de um destino.

Segundo o MTur, em 2016, o Brasil sediou quase 900 eventos turísticos em todas as regiões.

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CARNAVAL MOVIMENTA A ECONOMIA E COLOCA MINAS GERAIS ENTRE OS DESTAQUES NACIONAIS

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Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio, estado está entre os três que devem registrar o maior faturamento

Em ritmo de Carnaval, Minas Gerais acaba de ser listada entre os três estados brasileiros que mais movimentam a economia por meio do turismo durante o maior feriado do calendário brasileiro, conforme informações da pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

As movimentações em Minas Gerais, que ocupa o terceiro lugar no ranking, atrás apenas do Rio de Janeiro e São Paulo, chegam a R$ 332,7 milhões. Girando toda a cadeia do turismo, o Carnaval gera receita em diversos setores, com destaque para o transporte, hotéis e alimentação. Além disso, o momento gera emprego e renda junto às esferas envolvidas.

“É com grande alegria e satisfação que Minas Gerais recebe essa notícia. As atividades turísticas estão voltadas para o bem estar dos nossos visitantes que, com certeza, serão bem recebidos em todos os municípios mineiros”, declara o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

A festa promete atrair foliões de todas as idades para as mais diversas opções de lazer. Blocos de rua, bonecos caricatos, festas tradicionais, trio elétrico, folclore e muita animação fazem parte dessa diversidade de estilos.

“Ressalto nosso convite para que os turistas venham se divertir em Minas Gerais e apreciar nossas festas. Nosso Estado está preparado para receber os visitantes que desejam curtir o Carnaval em ritmo de folia, para apreciar nossa cultura, natureza e também para aproveitar o feriado descansando”, convida Ricardo Faria.

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NOVO PRESIDENTE DA BELOTUR PLANEJA CRIAR COM RIO E SÃO PAULO CIRCUITO SUDESTE

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Acostumado a comandar a produção de grandes espetáculos e ter sob controle equipes que compreendem e atendem de filigranas jurídicas a pedidos esdrúxulos de artistas, o empresário Aluizer Malab assumiu um desafio diferente e único: a presidência da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur). A seu favor o novo gestor tem um extenso currículo que inclui entre outros, a proeza de trazer para a Capital um seleto time de artistas internacionais como Elton John, Beyoncé, David Guetta, Iron Maiden, Robert Plant, Fatboy Slim e Paramore. Já em nível nacional, Malab promoveu a reunião de importantes bandas brasileiras como Legião Urbana, Os Mutantes e o espetáculo Flausino e Sideral cantando Cazuza. Além de shows, também constam no portfólio de sua produtora os festivais: Creamfields, Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua (FIT), NET Claro Festival e Festival Sociabilização, Arte e Cultura na Infância (Saci).

Ao encarar os desafios de uma administração que promete responsabilidade e rigidez com os gastos públicos, além de um orçamento bastante restrito, ele se vale dos conhecimentos adquiridos nas faculdades administração de empresas e ciências econômicas e especialização em gestão cultural, que cursou em Belo Horizonte, além de cursos nas áreas de marketing e produção cultural. “Produtor ­ que é o que sou, na verdade ­ é um grande fazedor. Somos movidos por projetos e as condições nunca são as melhores. O exercício de vida que tem um produtor me deu musculatura para desafios”, avalia Malab, que após mais uma reunião para estabelecer a estrutura para o Carnaval, dessa vez com o comando da Polícia Militar, recebeu o DIÁRIO DO COMÉRCIO para uma entrevista exclusiva.

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